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2003
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As Sombras do Tempo - concepção e elaboração
por Ana Paula Silva de uma exposição itinerante sobre relógios de sol , com Adelaide Carreira, Pedro Oliveira e Susana Nápoles, a convite do “Projecto Matemática em Acção” do CMAF e do DM da FCUL. A exposição foi inaugurada em Óbidos, em Junho de 2003, por ocasião do “Encontro Nexus2003
- Arquitectura e Matemática” e tem estado patente ao público em várias localidades.
http://mat.fc.ul.pt/pt/noticias/item/16 /
http://sombrasdotempo.org/
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Ilhas da Utopia -
participação de Olga Pombo na
concepção e organização geral da exposição itinerante promovida pela
"Livraria Ler Devagar" em Lisboa, e que esteva patente naquela livraria
durante o mês de Outubro de 2004.
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De Thomas More a Rousseau - dossier da responsabilidade de
Olga Pombo
na exposição itinerante "Ilhas da
Utopia" promovido pela Livraria Ler Devagar em Lisboa, e que esteve patente
naquela Livraria durante o mês de Outubro de 2004
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Século XIX.
Para além do Socialismo Utópico. A esperança na cidade futura - dossier da responsabilidade de Olga Pombo
na exposição itinerante "Ilhas da
Utopia" promovido pela Livraria Ler Devagar em Lisboa, e que esteve patente
naquela Livraria durante o mês de Outubro de 2004
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Século XX. Da utopia negra ao esbatimento das fronteiras da ideia de
utopia - dossier da responsabilidade de Olga Pombo
na exposição itinerante "Ilhas da
Utopia" promovido pela Livraria Ler Devagar em Lisboa, e que esteve patente
naquela Livraria durante o mês de Outubro de 2004
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Olimpíadas da Matemática
- dinamização de Ana Paula Silva, Escola Secundária da Moita, 14 de Novembro
de 2007
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Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos - dinamização de Ana
Paula Silva, Escola Secundária da Moita, 6 e 13 de Dezembro de 2007
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Olimpíadas da Matemática - dinamização da 2ª fase por Ana Paula
Silva, Escola Secundária da Baixa da Banheira, 9 de Janeiro de 2008
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Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos - dinamização de Ana
Paula Silva, Escola Secundária da Moita, 20 de Fevereiro de 2008
2004
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Relógios de sol em mármore e madeira - concepção de
Ana Paula Silva e participação na execução de alguns exemplares que têm acompanhado a exposição “As Sombras do Tempo”
(2004)
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As Sombras do Tempo - Construção de Relógios de
Sol - organização por Ana Paula Silvada exposição itinerante patente ao
público de 3 a 7 de Maio de 2004, no âmbito da Semana Cultural da Escola
Mouzinho da Silveira.
http://mat.fc.ul.pt/pt/noticias/item/16
2005
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Relógios de sol - participação de Ana Paula Silva, em conjunto com o Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências, no Clube do Tempo, através da apresentação, numa exposição que esteve patente ao público em Junho de 2005, na FCUL, de
Relógios de sol construídos, no âmbito da disciplina de Área de
Projecto, por alunos da Escola Básica da Costa da Caparica no ano lectivo de
2004-2005.
http://mat.fc.ul.pt/pt/noticias/item/129
2006
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A Medida do Tempo - participação na concepção e elaboração de alguns módulos e textos para os respectivos cartazes da exposição itinerante
"À Medida do Tempo", organizada pela Escola D. Manuel I de Beja e pela APM, sobre os instrumentos utilizados ao longo da história para a contagem e medição do tempo, inaugurada durante o ProfMat 2006, no Museu de Arqueologia e Etnografia do distrito de Setúbal.
http://www.apm.pt/portal/index.php?id=26637
2009
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Exposição Beta Pictoris, instalação-vídeo
de Rodrigo
Vilhena, realizada no âmbito do projecto
A
Imagem na Ciência e na Arte, Travessa Convento de Jesus 12A e 16A,
Lisboa (perto da Calçada do Combro), inauguração dia 15 de Janeiro,
sistema Rodrigo Vilhena.jpg
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O sistema de Beta Pictoris é relativamente
novo: 20 milhões de anos. Beta é a segunda estrela mais
brilhante na constelação de Pictor e está localizada a 63.4 anos
de luz do nosso sistema solar. Sabe-se desde 1983 que a estrela
está rodeada por um disco de gás e poeira. Pensa-se que as
nuvens que ocultam a estrela estão a criar uma nova formação
planetária similar ao nosso sistema solar no seu início.
A exposição apresenta o sistema Beta Pictoris já formado. Um
mapa do sistema será entregue ao público no início da exposição.
Ao público compete explorar o novo sistema. |
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Vesalius,
A redescoberta da Anatomia
- exposição de desenhos anatómicos do Museu de Medicina e de desenhos
de Lucy Lyons durante o
workshop
internacional realizado no âmbito do projecto
A
Imagem na Ciência e na Arte,
Grande Auditório do Edifício Egas Moniz
da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa,
12
de Maio.
(ver
programa) (ver
cartaz)
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Exposição: SOLARIS VIII-XIX, Rodrigo
Vilhena, Exposição integrada no projecto
A
Imagem na Ciência e na Arte, 25 de
Maio de 2009, 22.00h - Travessa Convento de Jesus n.º 10, Lisboa.
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Solaris ou a impossibilidade do fim
Solaris consiste num ciclo de dez exposições da
autoria de Rodrigo Vilhena, apresentadas entre 2004 e 2009 em
vários espaços de Lisboa e em Londres1. Este ciclo expositivo,
como o artista o definiu, centrou-se "no próprio processo de
trabalho e na busca incessante da reconfiguração de fronteiras".
O título que unifica as dez exposições - Solaris - foi retirado
do romance de ficção científica com o mesmo nome, de Stanislaw
Lem, que trata de uma expedição científica a um planeta
constituído na quase totalidade por um oceano orgânico, vivo e
inteligente, conhecido há largos anos pela ciência humana mas
cujas tentativas de interpretação e comunicação se revelaram
sempre um fracasso.
O ponto de incidência entre o romance e o ciclo de exposições
reside nesta parábola: não se trata de ajuizar sobre o fracasso
de comunicação entre a espécie humana e um ser extraterrestre
mas sim sobre a dicotomia presente no ser humano entre o
fracasso constante de se auto-conhecer e a insistência constante
em procurar fazê-lo.
Solaris, o ciclo de exposições, não segue por isso o enredo
literário, apesar de absorver alguns dos conceitos aí
existentes. Mas segue o mesmo percurso, a busca pelo
conhecimento e interpretação de determinada "coisa" - no
romance, o planeta e o oceano que o cobre; nas exposições, a
evolução de um percurso que é individual mas que se faz
colectivamente - para no fim chegar à mesma conclusão: a de que
não há conclusões estanques, muito embora isso não deixe de
intensificar uma incessante busca para as alcançar. Nessa busca
é preciso ensaiar caminhos, interrogar os processos e, no caso
de Rodrigo Vilhena, absorver e pensar determinado conteúdo
temático revelando de uma forma dinâmica os percursos,
influências, pesquisas e orientações, através da inclusão das
mesmas nas exposições que realiza.
Exposição dinâmica porque o conceito não é aqui entendido como
uma forma de apresentação estática e sim como a constituição de
vários momentos, alguns fugazes, nem sempre registáveis e onde
se vai assistindo à própria evolução do trabalho no seio da
exposição. A disposição escolhida inicialmente vai sendo
alterada e os elementos de uma exposição vão transitando para as
restantes em novos registos ou enquadramentos. Trata-se portanto
mais de um diálogo do que de uma exposição.
Cristina Pratas Cruzeiro
Ciclo de Exposições 2004-2009:
Solaris I - II, Rua de Timor 14-A, Lisboa
Solaris III, Shop 85 Brixton Village Market, Londres
Solaris IV, The Lord High Admiral, Londres
Solaris V: A Origem do Mundo, Ex-Fábrica Nacional de Óptica,
Lisboa
Solaris VI: Gaia, Galeria São Bento, Lisboa
Solaris VII: Beta Pictoris, Travessa Convento de Jesus, nº 12-A,
Lisboa
Solaris VIII - XIX, Travessa Convento de Jesus, nº 10, Lisboa
Solaris X
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2011
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Mais informações
aqui
Ver Roteiro da Exposição em Arquivo
PDF
Ver entrevista sobre a exposição no
programa
ComCiência
na RTP2
Ver entrevista sobre a exposição na
TV Ciência
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