Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa
Center for Philosophy of Science of the University of Lisbon

   

 

Exposições / Exhibitions
           
 
     

 

 

A exposição Localizações / Localizaciones, com obras de Dolores Schoch e Jose L. Crespo Fajardo (Professor visitante no CFCUL entre 15/10/2012 a 31/01/2013) esteve patente na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa de 29 de Janeiro até 13 de Fevereiro de 2013.

 

 

 

 

 

 

 

Um, Nenhum e Cem Mil (pinturas, vídeos e instalações), foi a mais recente exposição de Joana Ricou, membro do CFCUL. Está patente na Galeria Edge Arts, Arte Contemporânea entre 16 de Janeiro e 15 de Fevereiro de 2013.

 

Esta exposição foi inaugurada dia 15 de Janeiro de 2013 e incluiu uma mesa redonda intitulada "Arte e Ciência: O Corpo e a Identidade" que contou com comunicações de Nuno Nabais e Silvia Di Marco, juntamente com artistas e cientistas da área da Biologia e da Medicina.

 

Ver mais informações aqui.

 

O Jornal Público dedicou um artigo a Joana Ricou e à sua exposição a 28/01/2013. Pode vê-lo aqui.

 

 

 

 

 

 

A exposição de fototografia O espaço aberto no interio, com obras de Dolores Schoch e Jose L. Crespo Fajardo (Professor visitante no CFCUL entre 15/10/2012 a 31/01/2013) esteve patente no Espaço CLIP - Grupo Comunitário da Alta de Lisboa durante o mês de Dezembro de 2012.

 

Ver catálogo aqui.

 

 

 

 

A Feira do Livro de Filosofia das Ciências foi uma iniciativa conjunta entre o Centro de Filosofia das Ciências e a Fábrica Braço de Prata que disponibilizou ao público todas as publicações do CFCUL bem como outras publicações desta área.


Esta feira do livro foi inaugurada no dia 15 de Novembro de 2012, em comemoração ao Dia Mundial da Filosofia (Unesco). No decorrer da inauguração foi apresentado o livro Psicologia, Filosofia e Física Quântica O Princípio de Complementaridade no século de Bohr de Rui Moreira.

 

 

 

A exposição Fernando Bragança Gil, Uma vida na Ciência e na Cultura foi inaugurada no dia 30 de Outubro de 2012 às 18h00 na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no átrio do edifício C3.

Através de um conjunto de cartazes com fotografias e outras imagens, textos e referências bibliográficas, procura-se descrever o percurso natural do Professor Bragança Gil (1927-2009).

Esta exposição foi comissariada por Isabel Serra (CFCUL) e Elisa Maia (CICTSUL).

 

     
     
     
     
 

A exposição Arte Nova nos Azulejos em Portugal é comissariada por António Barros Veloso e Isabel Almasqué, que também assinam os textos do catálogo, e ganhou o Prémio "Estudo e Divulgação" do Projecto SOS Azulejo. A Cerimónia decorreu no dia 23 de Maio de 2012 no Palácio Fronteira.

 

«A Arte Nova nos Azulejos em Portugal é uma exposição ímpar no panorama artístico e cultural português, que contempla mais de uma centena de painéis representativos das mais importantes fábricas nacionais – Sacavém, Fonte Nova, Devezas, Carvalhinho, Lusitânia, Constância e Caldas da Rainha, bem como de diversas fábricas internacionais.

 

Traz a público uma extensa e sistemática coleção de azulejaria nacional e internacional de pendor Arte Nova que, ao longo dos anos, foi cuidadosamente reunida por Feliciano David e Graciete Rodrigues, ilustres colecionadores com admirável trajeto de colaboração com o Museu de Cerâmica de Sacavém. Esta exposição ficará em exibição até final do mês de janeiro de 2013.» (fonte: cmloures.pt)

 

 

     
     
     
     
 

Exposição Um Texto - Uma Obra, comissariada por José Augusto França, Rui Mário Gonçalves e Cristina Azevedo Tavares. Em exibição no Salão de Exposições da Sociedade Nacional de Belas-Artes. [convite visita guiada]

 

 

     
     
     
     
 

Exposição Fernando de Azevedo e os Outros, comissariada por Cristina Azevedo Tavares e António Viana. Em exibição na Galeria de Arte Moderna Pintor Fernando de Azevedo.

 

A exposição Fernando de Azevedo e os outros apresenta um núcleo simbólico de obras do Pintor, os seus manuscritos e documentos inéditos que evocam as relações de proximidade de Fernando de Azevedo com os artistas e personalidades da área da cultura.

 

Como crítico, Fernando de Azevedo pertencia a uma geração que apostou vigorosamente no vanguardismo. Como artista, poucos escreveram tantos textos de apresentação dos outros como ele.

 

A sua acção distinguia-se pela atenta percepção das coisas e pelo rigor. Sabe-o quem acompanhou as suas visitas aos ateliers dos artistas, observou os seus arranjos gráficos e o viu actuar em júris ou conheceu os seus trabalhos como consultor cultural e relator de pareceres. Inigualável era a sua inteligência e sensibilidade na montagem de exposições, onde todas as obras revelavam melhor as qualidades estéticas próprias.

 

Enquanto se prepara uma exposição retrospectiva da obra do Pintor, a inaugurar em 2013 na Fundação Calouste Gulbenkian, e a publicação de todos os seus textos sobre exposições e de reflexão sobre a arte, impõe-se reconhecer a relevância do seu contributo para a valorização dos artistas portugueses e para a formação de um público mais culto e receptivo à arte contemporânea.

     
     
     
     
  Exposição Multitudes, by Joana Ricou - The Arte Institute Gallery | +info
     
     
     
     
 

Exposição corpoIMAGEM - Representações do Corpo na Ciência e na Arte. Entre 02 Fevereiro e 30 Março 2011, Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva | +info

Esta é uma exposição sobre imagens do corpo. Nela podem ver-se representações científicas e artísticas do corpo desde o século XIX até à actualidade. Por exemplo, corpos nus desenhados na simplicidade e naturalidade da sua superfície por Columbano ou Soares dos Reis, corpos complexos e fragmentados que Amadeo de Souza-Cardoso, Sérgio Pombo ou Helena Almeida nos dão a ver. Do lado da ciência, esqueletos do homem e da mulher tal como eram representados nos tratados anatómicos do século XIX, ou proteínas que hoje a ciência assegura constituírem esse outro “esqueleto” das células humanas que é o citosqueleto.

Esta exposição organiza-se em três momentos fundamentais que acompanham as transformações técnicas e tecnológicas mais decisivas e o seu impacto na produção de imagens do corpo, pela ciência e pelas artes plásticas. O primeiro momento é marcado pelo desenho; o segundo, pela fotografia e raio X; o terceiro, pela digitalização. No primeiro, o anatomista, mas também o artista, têm unicamente ao seu dispor esse virtuoso instrumento de observação, descrição e representação que é o carvão ou o lápis. No segundo, a câmara fotográfica e o aparelho de raio X captam imagens de natureza analógica que vão ter um efeito incalculável sobre o conhecimento médico e sobre a representação pictórica do corpo. No terceiro momento, a imagem do corpo não é captada mas produzida, originada computacionalmente a partir de dados numéricos que as diversas tecnologias recolhem. Cientistas e artistas saberão retirar destas transformações as devidas consequências.


Documentos

Roteiro da exposição
Postal
Fotografias da exposição

 

 

corpoIMAGEM > Vídeos

 

     
     
     
     
 

Exposição: SOLARIS VIII-XIX, Rodrigo Vilhena, Exposição integrada no projecto A Imagem na Ciência e na Arte, 25 de Maio de 2009, 22.00h - Travessa Convento de Jesus n.º 10, Lisboa.

 

Solaris ou a impossibilidade do fim
 

Solaris consiste num ciclo de dez exposições da autoria de Rodrigo Vilhena, apresentadas entre 2004 e 2009 em vários espaços de Lisboa e em Londres1. Este ciclo expositivo, como o artista o definiu, centrou-se "no próprio processo de trabalho e na busca incessante da reconfiguração de fronteiras".

O título que unifica as dez exposições - Solaris - foi retirado do romance de ficção científica com o mesmo nome, de Stanislaw Lem, que trata de uma expedição científica a um planeta constituído na quase totalidade por um oceano orgânico, vivo e inteligente, conhecido há largos anos pela ciência humana mas cujas tentativas de interpretação e comunicação se revelaram sempre um fracasso.

O ponto de incidência entre o romance e o ciclo de exposições reside nesta parábola: não se trata de ajuizar sobre o fracasso de comunicação entre a espécie humana e um ser extraterrestre mas sim sobre a dicotomia presente no ser humano entre o fracasso constante de se auto-conhecer e a insistência constante em procurar fazê-lo.

Solaris, o ciclo de exposições, não segue por isso o enredo literário, apesar de absorver alguns dos conceitos aí existentes. Mas segue o mesmo percurso, a busca pelo conhecimento e interpretação de determinada "coisa" - no romance, o planeta e o oceano que o cobre; nas exposições, a evolução de um percurso que é individual mas que se faz colectivamente - para no fim chegar à mesma conclusão: a de que não há conclusões estanques, muito embora isso não deixe de intensificar uma incessante busca para as alcançar. Nessa busca é preciso ensaiar caminhos, interrogar os processos e, no caso de Rodrigo Vilhena, absorver e pensar determinado conteúdo temático revelando de uma forma dinâmica os percursos, influências, pesquisas e orientações, através da inclusão das mesmas nas exposições que realiza.

Exposição dinâmica porque o conceito não é aqui entendido como uma forma de apresentação estática e sim como a constituição de vários momentos, alguns fugazes, nem sempre registáveis e onde se vai assistindo à própria evolução do trabalho no seio da exposição. A disposição escolhida inicialmente vai sendo alterada e os elementos de uma exposição vão transitando para as restantes em novos registos ou enquadramentos. Trata-se portanto mais de um diálogo do que de uma exposição.
 

Cristina Pratas Cruzeiro
 

 

Ciclo de Exposições 2004-2009:

Solaris I - II, Rua de Timor 14-A, Lisboa
Solaris III, Shop 85 Brixton Village Market, Londres
Solaris IV, The Lord High Admiral, Londres
Solaris V: A Origem do Mundo, Ex-Fábrica Nacional de Óptica, Lisboa
Solaris VI: Gaia, Galeria São Bento, Lisboa
Solaris VII: Beta Pictoris, Travessa Convento de Jesus, nº 12-A, Lisboa
Solaris VIII - XIX, Travessa Convento de Jesus, nº 10, Lisboa
Solaris X

 

     
     
     
  Vesalius, A redescoberta da Anatomia - exposição de desenhos anatómicos do Museu de Medicina e de desenhos de Lucy Lyons durante o workshop internacional realizado no âmbito do projecto A Imagem na Ciência e na Arte, Grande Auditório do Edifício Egas Moniz da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, 12 de Maio 2009.  (ver programa) (ver cartaz)
     
     
     
 

Exposição Beta Pictoris, instalação-vídeo de Rodrigo Vilhena,  realizada no âmbito do projecto A Imagem na Ciência e na Arte, Travessa Convento de Jesus 12A e 16A, Lisboa (perto da Calçada do Combro),  inauguração dia 15 de Janeiro 2009

 

O sistema de Beta Pictoris é relativamente novo:  20 milhões de anos. Beta é a segunda estrela mais brilhante na constelação de Pictor e está localizada a 63.4 anos de luz do nosso sistema solar. Sabe-se desde 1983 que a estrela está rodeada por um disco de gás e poeira. Pensa-se que as nuvens que ocultam a estrela estão a criar uma nova formação planetária similar ao nosso sistema solar no seu início.

A exposição apresenta o sistema Beta Pictoris já formado. Um mapa do sistema será entregue ao público no início da exposição. Ao público compete explorar o novo sistema.


     
    Olimpíadas da Matemática - dinamização da 2ª fase por Ana Paula Silva, Escola Secundária da Baixa da Banheira, 9 de Janeiro de 2008
     
    Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos - dinamização de Ana Paula Silva, Escola Secundária da Moita, 20 de Fevereiro de 2008
     
    Olimpíadas da Matemática - dinamização de Ana Paula Silva, Escola Secundária da Moita, 14 de Novembro de 2007
     
    Campeonato Nacional de Jogos Matemáticos - dinamização de Ana Paula Silva, Escola Secundária da Moita, 6 e 13 de Dezembro de 2007
     
     
     
  A Medida do Tempo - participação na concepção e elaboração de alguns módulos e textos para os respectivos cartazes da exposição itinerante "À Medida do Tempo", organizada pela Escola D. Manuel I de Beja e pela APM, sobre os instrumentos utilizados ao longo da história para a contagem e medição do tempo, inaugurada durante o ProfMat 2006, no Museu de Arqueologia e Etnografia do distrito de Setúbal. http://www.apm.pt/portal/index.php?id=26637
     
     
     
  Relógios de sol - participação de Ana Paula Silva, em conjunto com o Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências, no Clube do Tempo, através da apresentação, numa exposição que esteve patente ao público em Junho de 2005, na FCUL, de Relógios de sol construídos, no âmbito da disciplina de Área de Projecto, por alunos da Escola Básica da Costa da Caparica no ano lectivo de 2004-2005. http://mat.fc.ul.pt/pt/noticias/item/129
     
     
     
 

As Sombras do Tempo - Construção de Relógios de Sol - organização por Ana Paula Silvada exposição itinerante patente ao público de 3 a 7 de Maio de 2004, no âmbito da Semana Cultural da Escola Mouzinho da Silveira. http://mat.fc.ul.pt/pt/noticias/item/16

     
    Relógios de sol em mármore e madeira - concepção de Ana Paula Silva e participação na execução de alguns exemplares que têm acompanhado a exposição “As Sombras do Tempo” (2004
     
     
     
 

Ilhas da Utopia - participação de Olga Pombo na  concepção e organização geral da exposição itinerante  promovida pela "Livraria Ler Devagar" em Lisboa, e que esteva patente naquela livraria durante o mês de Outubro de 2004. Ver Apontamentos sobre utopia, de Olga Pombo.

Século XIX. Para além do Socialismo Utópico. A esperança na cidade futura - dossier da responsabilidade de Olga Pombo na exposição itinerante "Ilhas da Utopia"  promovido pela Livraria Ler Devagar em Lisboa, e que esteve patente naquela Livraria durante o mês de Outubro de 2004

Século XX. Da utopia negra ao esbatimento das fronteiras da ideia de utopia - dossier da responsabilidade de Olga Pombo na exposição itinerante "Ilhas da Utopia"  promovido pela Livraria Ler Devagar em Lisboa, e que esteve patente naquela Livraria durante o mês de Outubro de 2004

     
     
     
    As Sombras do Tempo - concepção e elaboração por Ana Paula Silva de uma exposição itinerante sobre relógios de sol , com Adelaide Carreira, Pedro Oliveira e Susana Nápoles, a convite do “Projecto Matemática em Acção” do CMAF e do DM da FCUL. A exposição foi inaugurada em Óbidos, em Junho de 2003, por ocasião do “Encontro Nexus2003 - Arquitectura e Matemática” e tem estado patente ao público em várias localidades. http://mat.fc.ul.pt/pt/noticias/item/16 / http://sombrasdotempo.org/